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“Não foi estupro, foi sexo oral” diz apóstolo sobre criança abusada pelo marido de cantora gospel

Importante destacar que, segundo o Código Penal Brasileiro, para ser considerado estupro não precisa necessariamente haver a conjunção carnal ou rompimento do hímen.

03/07/2024 às 18h08 Atualizada em 03/07/2024 às 18h34
Por: Redação Fonte: O Fuxico Gospel
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“Não foi estupro, foi sexo oral” diz apóstolo sobre criança abusada pelo marido de cantora gospel

O pastor Anderson Silva detalhou uma conversa entre o apóstolo Luiz Herminio, líder do MEVAM, e um pastor, que não foi identificado.

De acordo com Silva, na conversa, Herminio minimiza o crime que teria sido cometido por Marcus Grubert, esposo da cantora gospel Heloisa Rosa, acusado de abusar sexualmente de uma criança de cinco anos.

Na conversa relatada por Anderson, o apóstolo tenta justificar o crime e diz que segundo a investigação não houve o rompimento do hímen da criança, e que portanto não teria havido penetração sexual.

Ele vai adiante e diz que o que teria ocorrido não se trata de estupro, mas apenas de sexo oral, confirmando saber que o marido da cantora teria posto o órgão genital na boca da criança.

Além do testemunho do pastor Anderson Silva, o Fuxico Gospel conversou com uma fonte de extrema confiança, que confirmou a existência do áudio em que Herminio faz a fala no mínimo infeliz.

Importante destacar que, segundo o Código Penal Brasileiro, para ser considerado estupro não precisa necessariamente haver a conjunção carnal ou rompimento do hímen.

Um ato libidinoso configura crime de estupro.

Ato libidinoso é um conceito jurídico utilizado para descrever comportamentos de natureza sexual que visam satisfazer o desejo sexual de alguém, sem necessariamente envolver a conjunção carnal (penetração vaginal).

A definição pode variar dependendo do contexto legal e das circunstâncias específicas, mas geralmente inclui qualquer ação que tenha conotação sexual e que seja praticada com o objetivo de obter prazer sexual.

Exemplos de Atos Libidinosos:

  • Beijos lascivos: Beijos que são considerados excessivamente íntimos ou de natureza sexual.
  • Toques inapropriados: Acariciar ou tocar partes íntimas do corpo de outra pessoa sem seu consentimento.
  • Masturbação forçada: Forçar alguém a praticar ou a ser submetido à masturbação.
  • Felação ou Cunnilíngua: Forçar alguém a praticar sexo oral, seja como ativo ou passivo.
  • Exibição sexual: Mostrar partes íntimas do corpo com intenção sexual, ou forçar alguém a se despir ou a assistir atos sexuais.
 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Anna Paula Moreira Alves-Lazaro (@hopeandjusticefoundation)